Gonçalo M. Tavares e a banalidade do Mal
"A máquina de guerra mais antiga que há é o homem. Nela, em forma de rascunho, em estado embrionário, já estão presentes todas as lâminas, todos os projéteis. É com homens e máquinas num contexto de guerra que o escritor português Gonçalo M. Tavares trabalha em A máquina de Joseph Walser, de 2004, que ganha agora edição brasileira. Joseph Walser trabalha como operador de uma grande engenhoca de função indefinida e vive com a mulher, a quem não ama, numa cidade que se converte, sem explicações, em praça de guerra."
Da resenha de A máquina de Joseph Walser, de Gonçalo M. Tavares, que escrevi para o iG. Continue lendo.




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